[Desgraço-me com a minha concentração
Assim, aparto-me e escrevo.
Pasmo com a minha distracção
E cedo à minha ânsia uma vontade]
Não sou de cá.
Sou de terras de outras encruzilhadas, de outros contos e historietas, de planícies amealhadas, onde há cal branca na humildade de gentes manietas de saudade e lembrança.
Sou de uma pasmaceira quieta e serena.
Pagino-me, orgulho-me e agradeço.
[Mas suspendo ininterruptamente o meu espírito quando escrevo, e isso cansa]
Agora, um agora que já faz tempo, aceito a minha cidade
Espreito em cada miradouro a minudência desta criação,
E o de Nossa Senhora do Monte é extravagantemente maravilhoso.
Oh! Que fadário cenário. Tinjo-te com romantismo e realidade…
E rendo-me apenas ao que vejo!
Vejo que em todas as valentes naus cicatrizadas embarca o sentido de conquista optimista.
Velejo por descobertas de antes navegadas e por conquistar…
Somos um, somos mil, somos mais que muitos.
Somos.
“Haja séculos em instantes” neste preciso momento.
Momento sentado à beira de Tejo rio,
Que abriga o quase maior de todos os estuários,
Que recorta e perfila o casario…
[escrevo como alguns, vários…
Porque tentam e tentam escrevinhar]
Em cada esquina,
O gole de sardinha assada,
O cheiro a fado e solidão,
O escutar as marchas na passada
E enxergar Lisboa, a minha cidade, d’alma e coração.
[Fica tanto por dizer, imenso por escrever…
Mas agora tarda, contenta-te por ler.]
terça-feira, 27 de setembro de 2011
terça-feira, 22 de fevereiro de 2011
FEGAM
Quantas vezes pensei em ti?
Quantas vezes falei de ti?
Quantas vezes sofri por ti?
Quantas vezses chorei por ti?
Pensei que te perdera,
Falei que te irias superar,
Sofri de impotência vital mera,
Chorei porque só me restava chorar.
A Esperança é última a morrer,
Contigo aprendi.
Ainda hoje não te consigo esquecer,
desde daquela primeira vez que te vi...
Depois da tempestade vem sempre a bonança.
A nossa palavra chave é e será sempre a
Lembrança.
Tocantei-te uma música
a chorar baba e ranho.
Hoje é o que fica
e o que tenho:
"Nada acontece por acaso
Nada é impossível
Tudo pode acontecer
Mas tu és e serás insusbstituível"
(...)
Estar contigo? É um recomeçar.
Gostar de ti? É um desde sempre e para sempre questionar.
Registado à 01:02:59 do dia 27 de Dezembro de 2005
Quantas vezes falei de ti?
Quantas vezes sofri por ti?
Quantas vezses chorei por ti?
Pensei que te perdera,
Falei que te irias superar,
Sofri de impotência vital mera,
Chorei porque só me restava chorar.
A Esperança é última a morrer,
Contigo aprendi.
Ainda hoje não te consigo esquecer,
desde daquela primeira vez que te vi...
Depois da tempestade vem sempre a bonança.
A nossa palavra chave é e será sempre a
Lembrança.
Tocantei-te uma música
a chorar baba e ranho.
Hoje é o que fica
e o que tenho:
"Nada acontece por acaso
Nada é impossível
Tudo pode acontecer
Mas tu és e serás insusbstituível"
(...)
Estar contigo? É um recomeçar.
Gostar de ti? É um desde sempre e para sempre questionar.
Registado à 01:02:59 do dia 27 de Dezembro de 2005
E de Ventura
Por vezes,
Perco-me no descompassamento do som do meu pensamento
Penso em tudo e absolutamente nada
Penso no que pensei
Penso no que penso
Penso no que gostaria de pensar
Penso no que poderia ter pensado
Mas intensamente penso no que tu podes estar a pensar
Penso em ti
Perco-me no descompassamento do som do meu pensamento
Penso em tudo e absolutamente nada
Penso no que pensei
Penso no que penso
Penso no que gostaria de pensar
Penso no que poderia ter pensado
Mas intensamente penso no que tu podes estar a pensar
Penso em ti
Madrugadas de Novembro
Tudo o que tenho escrito de alma para ti,
fica esquecido algures dentro de mim.
Apaga-se como lume,
Reacende-me a serenidade,
Sinceramente, custou-me a sincera verdade.
"Enxergar", não é o verbo aqui aplicável.
Mas lembro que o disseste de forma miserável!
Ainda sinto um respeito, e nada mais que nada.
Já falei com o meu peito...
Estou só decepcionada.
É maravilhoso viver e custa acreditar.
É difícil de entender este distante separar!
O querer-te? Dissipou-se!!!!!
Num meu acto audaz.
O conquistar-te? Cansou-se!!!!
E o meu amar perdeu-se em zás pás tás!!!
Rancores? Nada sinto!
Por ti? É irrelevante!
Passaste de especial a misera mera do passado amante!
Num tempo irreal, quero desaparecer.
Afirmo: "não te quero mal".
Mas já chega! A mim não me fazes mais sofrer...
Basta! É a palavra.
Aquela que sempre me faltou. Ou porque muito te amava... ou...
Pouco importa! Agora já tudo passou.
Desquerer-te é uma necessidade do meu existir,
Só sinto saudade...
Daquele nosso beijo a sorrir...mas, mas, mas, mas, mas,...
Mas esta lembrança acabará por acabar.
Vou querer voltar a ter confiança com outra pessoa conjugando o verbo amar.
Não soubemos conjugá-lo, não estou arrenpendida.
Não soubemos concretizá-lo, apenas sinto-me incompreendida.
Termino:
"Era uma vez...um ponto final" - Onde cada um de nós começa um novo paragráfo.
Da sempre tua,
Risonha
Madrugadas de Novembro de 2007
fica esquecido algures dentro de mim.
Apaga-se como lume,
Reacende-me a serenidade,
Sinceramente, custou-me a sincera verdade.
"Enxergar", não é o verbo aqui aplicável.
Mas lembro que o disseste de forma miserável!
Ainda sinto um respeito, e nada mais que nada.
Já falei com o meu peito...
Estou só decepcionada.
É maravilhoso viver e custa acreditar.
É difícil de entender este distante separar!
O querer-te? Dissipou-se!!!!!
Num meu acto audaz.
O conquistar-te? Cansou-se!!!!
E o meu amar perdeu-se em zás pás tás!!!
Rancores? Nada sinto!
Por ti? É irrelevante!
Passaste de especial a misera mera do passado amante!
Num tempo irreal, quero desaparecer.
Afirmo: "não te quero mal".
Mas já chega! A mim não me fazes mais sofrer...
Basta! É a palavra.
Aquela que sempre me faltou. Ou porque muito te amava... ou...
Pouco importa! Agora já tudo passou.
Desquerer-te é uma necessidade do meu existir,
Só sinto saudade...
Daquele nosso beijo a sorrir...mas, mas, mas, mas, mas,...
Mas esta lembrança acabará por acabar.
Vou querer voltar a ter confiança com outra pessoa conjugando o verbo amar.
Não soubemos conjugá-lo, não estou arrenpendida.
Não soubemos concretizá-lo, apenas sinto-me incompreendida.
Termino:
"Era uma vez...um ponto final" - Onde cada um de nós começa um novo paragráfo.
Da sempre tua,
Risonha
Madrugadas de Novembro de 2007
Nostálgica
Num sentir pesado,
num não reagir,
Tremo nas histórias passadas,
e tenho saudades de fugir.
Tristonhamente me refugiava no teu olhar,
Melancolicamente me alucino,
(Des)gostosamente sentia-te,
A nostalgia do antes que fascino.
Decorei os teus passos,
O teu cheiro,
O teu jeito mimado,
E agora só posso ter tudo como lembrado!
Guardei cada espaço nosso...
Ainda hoje os sei de cor,
Pensas em mim?
É que eu penso...com amor!
Não fico em mim sempre que escrevo.
Desregulo-me, desfiguro-me, deturpo-me por completo.
Sonho, por vezes, com o nosso abraço...
Mas o instante mudou os nossos rumos.
O aceitar não é o que mais dói!
Ora! É o que ficou...somente, oco num espaço.
21h e pouco de 24 de Abril de 2008, as escritas não têm hora, dia, nem data...
num não reagir,
Tremo nas histórias passadas,
e tenho saudades de fugir.
Tristonhamente me refugiava no teu olhar,
Melancolicamente me alucino,
(Des)gostosamente sentia-te,
A nostalgia do antes que fascino.
Decorei os teus passos,
O teu cheiro,
O teu jeito mimado,
E agora só posso ter tudo como lembrado!
Guardei cada espaço nosso...
Ainda hoje os sei de cor,
Pensas em mim?
É que eu penso...com amor!
Não fico em mim sempre que escrevo.
Desregulo-me, desfiguro-me, deturpo-me por completo.
Sonho, por vezes, com o nosso abraço...
Mas o instante mudou os nossos rumos.
O aceitar não é o que mais dói!
Ora! É o que ficou...somente, oco num espaço.
21h e pouco de 24 de Abril de 2008, as escritas não têm hora, dia, nem data...
sábado, 8 de janeiro de 2011
Anjo-Da-Guarda
[Entre vidas]
Entre um e outro segundo,
Entre o flash e o vai-e-vem
Pode acontecer meio mundo.
Todo o cuidado numa surpresa
é vão.
[A estrada é em frente]
Presta atenção!
Entre imagens, memórias, os olhos fechados...
Um susto d'alma dorido;
O meu Anjo-Da-Guarda esteve comigo.
[Abraço-te bem
vida
Não fujas]
Entre um e outro segundo,
Entre o flash e o vai-e-vem
Pode acontecer meio mundo.
Todo o cuidado numa surpresa
é vão.
[A estrada é em frente]
Presta atenção!
Entre imagens, memórias, os olhos fechados...
Um susto d'alma dorido;
O meu Anjo-Da-Guarda esteve comigo.
[Abraço-te bem
vida
Não fujas]
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Susana e Filipe bem hajam
quarta-feira, 5 de janeiro de 2011
Eu vou ser uma estrela
Estou destinada ao branco
Mas eu sou multicores.
Raço-me de onde venho, embarco como amadores!
Sou um Zé à portugal
Mas vou ser uma estrela.
Inclassificável como igual:
- Ouso, corajo e consigo feito. E causo este presente efeito.
Imagino o vácuo da existência a misturar-se com a futura multidão de arte em pessoa.
Puxo da humildade que me acrescenta
e sou o que sou.
Graças à minha guitarra e a todos vós!
Eu vou ser uma estrela!
Eu luto por uma voz!
Eu só sou mais um de vóz,...
Mas eu sou multicores.
Raço-me de onde venho, embarco como amadores!
Sou um Zé à portugal
Mas vou ser uma estrela.
Inclassificável como igual:
- Ouso, corajo e consigo feito. E causo este presente efeito.
Imagino o vácuo da existência a misturar-se com a futura multidão de arte em pessoa.
Puxo da humildade que me acrescenta
e sou o que sou.
Graças à minha guitarra e a todos vós!
Eu vou ser uma estrela!
Eu luto por uma voz!
Eu só sou mais um de vóz,...
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