Fiz-me quase poeta… para não sofrer de frases feitas;
Preconizo-me quase poeta para me atingir;
Daqui do púlpito: prego para egoisticamente me compreender e aprender;
Ratifico-me de tal dom talentoso com a bastante humildade que procuro;
Sobressaio porque me está nos genes;
Ih! Quem me dera desmemoriar as frases feitas, sem perder a história…
Esta é mais uma das minhas jornadas,
Escrever palavras...
E fazer mais história...
Desmesuradamente escrevo simples palavras
E amanhã serei mais um quase poeta e mais uma quase história…
segunda-feira, 14 de junho de 2010
quinta-feira, 3 de junho de 2010
"Tu és tu"
Vasculhei-me por infinitos,
Amei por encantos,
Pequei por tantos,
E escrevo por “os não ditos”…
Pressinto desencontro,
Sinto o que não existe,
Experimento. Afronto.
Vivo de sentires ilusórios,
Em que me fingiste
Ser mais um ser irrealizável.
Por contrários e contraditórios,
“Tu és tu”, é inegável.
Amei por encantos,
Pequei por tantos,
E escrevo por “os não ditos”…
Pressinto desencontro,
Sinto o que não existe,
Experimento. Afronto.
Vivo de sentires ilusórios,
Em que me fingiste
Ser mais um ser irrealizável.
Por contrários e contraditórios,
“Tu és tu”, é inegável.
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é sentir...,
Isto não é escrever
sábado, 29 de maio de 2010
Alma de saltos altos e botas da tropa
Olha!
Aquele estranho pedinte que parece um demente
Dotado de uma ousadia sem precedente.
Torpedeio com o que me rodeio:
Sai apregoando aos quatro ventos
Que somos um “manicómio social”
Retrospectando os tempos, definindo alentos
Instigando consciente este sistema global.
Ciente com o que me é indigente.
Escuta!
O velho e o seu método socrático de vida – “em qualquer direcção que percorras a tua alma, nunca encontrarás os seus limites”. De que essência a tua alma é feita?
A alma é torrencial de ingenuidade,
Trágica de emoção, galardoada de necessidade…
- De que essência?
A alma tem saltos altos e botas da tropa,
A alma é mais céu do que chão,
A alma tem contrabaixos e contraltos, e tem copa?
- Sim, onde escondes e foges, onde perdes e encontras o teu são.
“Alma minha alma diz-me quem eu sou”…
Sou mais longe do que eu, saio de mim… minha alma, por até onde vou?
- Vendo sonhos. Anda comigo!
Anda comigo…deixa-me trazer-te na alma.
Aquele estranho pedinte que parece um demente
Dotado de uma ousadia sem precedente.
Torpedeio com o que me rodeio:
Sai apregoando aos quatro ventos
Que somos um “manicómio social”
Retrospectando os tempos, definindo alentos
Instigando consciente este sistema global.
Ciente com o que me é indigente.
Escuta!
O velho e o seu método socrático de vida – “em qualquer direcção que percorras a tua alma, nunca encontrarás os seus limites”. De que essência a tua alma é feita?
A alma é torrencial de ingenuidade,
Trágica de emoção, galardoada de necessidade…
- De que essência?
A alma tem saltos altos e botas da tropa,
A alma é mais céu do que chão,
A alma tem contrabaixos e contraltos, e tem copa?
- Sim, onde escondes e foges, onde perdes e encontras o teu são.
“Alma minha alma diz-me quem eu sou”…
Sou mais longe do que eu, saio de mim… minha alma, por até onde vou?
- Vendo sonhos. Anda comigo!
Anda comigo…deixa-me trazer-te na alma.
sexta-feira, 21 de maio de 2010
Intemperança
Mandaram-me ser um todo e pouco,
Ser muito juízo, sou um muito louco.
De literário nada tenho.
A minha literatura sou eu que faço. Ninguém manda e desmanda, diz que diz
Não sou os "quem me dera ser doutor":
Ar snobe, semblante emproado, diz que “sim sim” e não pode.
Não sinto o que escrevo. Quem disse que escrevia?
Não minto no que escrevi. Mas minto no que “sem ti”…
Sou feliz.
E esbarro com a porta no nariz.
Trejeito que dói só quando respiro.
Sustenho a respiração para não doer.
Mas continuo…e suspiro…
E este tem que significado?
Suspiro de amor ou de jeito magoado, contrariado, complicado, rejeitado?
Não chego mais ao penedo da saudade…
Caio longínquo
Ancoro tudo o que sinto
Afinal escrevo… voracidade!
Ser muito juízo, sou um muito louco.
De literário nada tenho.
A minha literatura sou eu que faço. Ninguém manda e desmanda, diz que diz
Não sou os "quem me dera ser doutor":
Ar snobe, semblante emproado, diz que “sim sim” e não pode.
Não sinto o que escrevo. Quem disse que escrevia?
Não minto no que escrevi. Mas minto no que “sem ti”…
Sou feliz.
E esbarro com a porta no nariz.
Trejeito que dói só quando respiro.
Sustenho a respiração para não doer.
Mas continuo…e suspiro…
E este tem que significado?
Suspiro de amor ou de jeito magoado, contrariado, complicado, rejeitado?
Não chego mais ao penedo da saudade…
Caio longínquo
Ancoro tudo o que sinto
Afinal escrevo… voracidade!
segunda-feira, 17 de maio de 2010
Overdose de amor
Escrito já tudo está, mas falta-me sempre escrever.
Aperceber e recordar o que já vai lá, faz-me arrepender...
Aqui faz-me chorar, na hora faz-me estremecer, agora faz-me lutar, presentemente faz-me fazer, hoje faz-me conquistar.
A isto se chama overdose de amor
perfeito e frágil,
doce e apoquentador,
que me fez sentir inerte até à dor.
Encantas-me,
Impulsionas-me,
Esbarras-me,
Prendes-me,
Apaixonas-me!
Não prometo mais meio mundo e a lua,
apenas estou aqui para quem sabe ser mais uma vez tua.
Aperceber e recordar o que já vai lá, faz-me arrepender...
Aqui faz-me chorar, na hora faz-me estremecer, agora faz-me lutar, presentemente faz-me fazer, hoje faz-me conquistar.
A isto se chama overdose de amor
perfeito e frágil,
doce e apoquentador,
que me fez sentir inerte até à dor.
Encantas-me,
Impulsionas-me,
Esbarras-me,
Prendes-me,
Apaixonas-me!
Não prometo mais meio mundo e a lua,
apenas estou aqui para quem sabe ser mais uma vez tua.
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O que o amor tem de bonito é este ridículo
terça-feira, 27 de abril de 2010
RuJo
Rompe e rasga com armas à cabeça!
Estamos em guerra com um capacete de pano
À espera que a paz sonhada aconteça!
Venha quem vier: mataremos X, P, T, O e o Beltrano!
À vista armada e com pensamentos de guerra:
Ansiamos um Gandhi na melhor versão!
Almejamos um Jesus Cristo na Terra, e
Anelamos “qual a motivação”?
Trinchamo-nos por entre balas e apoquentações!
Impressionamo-nos com tácticas e aparatos!
Bombardeados estamos de senhores dominadores
Que nos fazem parecer que intentam e nos tentam fazer sentir de medíocres ratos!
Confrontamo-nos, pelotão!
Com as mais frias guerras…
- Tu não (a)paras!
- E tu não erras!
As nossas motivações transcendem o bem e o mal…
As motivações da minha guerra que é nossa, não são por poder, economia, riqueza, imposição de ideias, classe social, etnia e religião…
As motivações são mais dignas… são as interiores.
Motivo, envolvo-me e interiorizo do quanto de vocês preciso,
Ru e Jo
Estamos em guerra com um capacete de pano
À espera que a paz sonhada aconteça!
Venha quem vier: mataremos X, P, T, O e o Beltrano!
À vista armada e com pensamentos de guerra:
Ansiamos um Gandhi na melhor versão!
Almejamos um Jesus Cristo na Terra, e
Anelamos “qual a motivação”?
Trinchamo-nos por entre balas e apoquentações!
Impressionamo-nos com tácticas e aparatos!
Bombardeados estamos de senhores dominadores
Que nos fazem parecer que intentam e nos tentam fazer sentir de medíocres ratos!
Confrontamo-nos, pelotão!
Com as mais frias guerras…
- Tu não (a)paras!
- E tu não erras!
As nossas motivações transcendem o bem e o mal…
As motivações da minha guerra que é nossa, não são por poder, economia, riqueza, imposição de ideias, classe social, etnia e religião…
As motivações são mais dignas… são as interiores.
Motivo, envolvo-me e interiorizo do quanto de vocês preciso,
Ru e Jo
domingo, 18 de abril de 2010
Drop Bang Dios Fin
As palavras aguardam-me por tempo exacto para falar...
Toda a gente pensa que tem sempre razão na hora certa.
Outro tempo acaba de começar:
Não sou mais eu, nem mais quase poeta…
Mas onde o coração chega…
a voz cala,
o olhar grita,
o gesto perdura
e a expressão por dentro sangra e perfura.
Careço de uma agenda de esquecimento,
Peço: “ensina-me a rezar outra prece”
Revogo esta, não quero mais o que acontece.
… Drop de esforço sobre-humano
… Bang de coragem
… Dios mi dano
… Fin de voltagem
Toda a gente pensa que tem sempre razão na hora certa.
Outro tempo acaba de começar:
Não sou mais eu, nem mais quase poeta…
Mas onde o coração chega…
a voz cala,
o olhar grita,
o gesto perdura
e a expressão por dentro sangra e perfura.
Careço de uma agenda de esquecimento,
Peço: “ensina-me a rezar outra prece”
Revogo esta, não quero mais o que acontece.
… Drop de esforço sobre-humano
… Bang de coragem
… Dios mi dano
… Fin de voltagem
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