Num sentir pesado,
num não reagir,
Tremo nas histórias passadas,
e tenho saudades de fugir.
Tristonhamente me refugiava no teu olhar,
Melancolicamente me alucino,
(Des)gostosamente sentia-te,
A nostalgia do antes que fascino.
Decorei os teus passos,
O teu cheiro,
O teu jeito mimado,
E agora só posso ter tudo como lembrado!
Guardei cada espaço nosso...
Ainda hoje os sei de cor,
Pensas em mim?
É que eu penso...com amor!
Não fico em mim sempre que escrevo.
Desregulo-me, desfiguro-me, deturpo-me por completo.
Sonho, por vezes, com o nosso abraço...
Mas o instante mudou os nossos rumos.
O aceitar não é o que mais dói!
Ora! É o que ficou...somente, oco num espaço.
21h e pouco de 24 de Abril de 2008, as escritas não têm hora, dia, nem data...
terça-feira, 22 de fevereiro de 2011
sábado, 8 de janeiro de 2011
Anjo-Da-Guarda
[Entre vidas]
Entre um e outro segundo,
Entre o flash e o vai-e-vem
Pode acontecer meio mundo.
Todo o cuidado numa surpresa
é vão.
[A estrada é em frente]
Presta atenção!
Entre imagens, memórias, os olhos fechados...
Um susto d'alma dorido;
O meu Anjo-Da-Guarda esteve comigo.
[Abraço-te bem
vida
Não fujas]
Entre um e outro segundo,
Entre o flash e o vai-e-vem
Pode acontecer meio mundo.
Todo o cuidado numa surpresa
é vão.
[A estrada é em frente]
Presta atenção!
Entre imagens, memórias, os olhos fechados...
Um susto d'alma dorido;
O meu Anjo-Da-Guarda esteve comigo.
[Abraço-te bem
vida
Não fujas]
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Susana e Filipe bem hajam
quarta-feira, 5 de janeiro de 2011
Eu vou ser uma estrela
Estou destinada ao branco
Mas eu sou multicores.
Raço-me de onde venho, embarco como amadores!
Sou um Zé à portugal
Mas vou ser uma estrela.
Inclassificável como igual:
- Ouso, corajo e consigo feito. E causo este presente efeito.
Imagino o vácuo da existência a misturar-se com a futura multidão de arte em pessoa.
Puxo da humildade que me acrescenta
e sou o que sou.
Graças à minha guitarra e a todos vós!
Eu vou ser uma estrela!
Eu luto por uma voz!
Eu só sou mais um de vóz,...
Mas eu sou multicores.
Raço-me de onde venho, embarco como amadores!
Sou um Zé à portugal
Mas vou ser uma estrela.
Inclassificável como igual:
- Ouso, corajo e consigo feito. E causo este presente efeito.
Imagino o vácuo da existência a misturar-se com a futura multidão de arte em pessoa.
Puxo da humildade que me acrescenta
e sou o que sou.
Graças à minha guitarra e a todos vós!
Eu vou ser uma estrela!
Eu luto por uma voz!
Eu só sou mais um de vóz,...
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fonte de inspiração,
George Benson
quinta-feira, 4 de novembro de 2010
Estou com os olhos postos em ti
Estou com os olhos postos em ti.
Podem esvoaçar carros,
Podem parar marés,
Podem até fazer cair os astros
Mas eu vou decorando tal e qual como és.
Penitência àqueles que desconhecem esta inocência hiperbolizada de sentimento.
Esta ingénua confiança faz-me abarcar mundos!
Estou com olhos postos em ti.
E tudo em mim me acode,
Me grita, me acelera, me alegra, me explode!
Ao coração que se contorce aflito por de amores sofrer
Aqui vai um desabafo, um gesto, um dito
De quem só conhece amor e bem querer.
Podem esvoaçar carros,
Podem parar marés,
Podem até fazer cair os astros
Mas eu vou decorando tal e qual como és.
Penitência àqueles que desconhecem esta inocência hiperbolizada de sentimento.
Esta ingénua confiança faz-me abarcar mundos!
Estou com olhos postos em ti.
E tudo em mim me acode,
Me grita, me acelera, me alegra, me explode!
Ao coração que se contorce aflito por de amores sofrer
Aqui vai um desabafo, um gesto, um dito
De quem só conhece amor e bem querer.
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VIOUT
sexta-feira, 17 de setembro de 2010
Amor à letra
Haja séculos em instantes, no interior de um pensamento,
na exacta extremidade esquerda de uma ideia
e no meio frontal de um comportamento.
Esquerdamente ou esquerdasinto?
É com a esquerda que alento
e repinto.
Respingo maniacamente
o subir de uma noite vadia
na despedida do tempo,
fisicamente,
um dia.
Talvez transforme isto em nada
e em nada transforme.
Ortografo íntimos pensamentos
de paixão, de raciocínio, de fome.
És todas estas linhas e entrelinhas
Sem um minucioso sentido.
Mas dizem que o amor é assim...
Desastrosamente desentendido!
na exacta extremidade esquerda de uma ideia
e no meio frontal de um comportamento.
Esquerdamente ou esquerdasinto?
É com a esquerda que alento
e repinto.
Respingo maniacamente
o subir de uma noite vadia
na despedida do tempo,
fisicamente,
um dia.
Talvez transforme isto em nada
e em nada transforme.
Ortografo íntimos pensamentos
de paixão, de raciocínio, de fome.
És todas estas linhas e entrelinhas
Sem um minucioso sentido.
Mas dizem que o amor é assim...
Desastrosamente desentendido!
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Ridiculamente ridículo
quinta-feira, 5 de agosto de 2010
Não é Alma é Sentimento
A alma desalinhou na cadência do Tejo
Houve alguém que já sentiu como nós.
A razão assomou, com ou sem ela,
Já não há mais alguém, nem mais voz,
Nem mais estrela.
Poderia continuar sem sentido.
Poderia,
Poderia continuar a chorar.
Valeria?
Poderia continuar como um sem abrigo
Na demência perdida sem findar.
Jamais reconheceria.
Alma segura
Na harmonia do Mondego
Em desalinho espontâneo, completo
Que paixão pura
Simples
Que me faz subir a lembrança de um aperto
Que afasta, que desencontra, que desregula, que alcança
O balanço de um som que encanto e perdura.
De alma desaguo no mar…
Quem te pereceu?
Quem te cativou?
Não vai importar.
Deixaram apenas o eu
Que me acalmou,
Que me está a fascinar!
Que me apareceu
E reformou
A máxima de apaixonar…
Houve alguém que já sentiu como nós.
A razão assomou, com ou sem ela,
Já não há mais alguém, nem mais voz,
Nem mais estrela.
Poderia continuar sem sentido.
Poderia,
Poderia continuar a chorar.
Valeria?
Poderia continuar como um sem abrigo
Na demência perdida sem findar.
Jamais reconheceria.
Alma segura
Na harmonia do Mondego
Em desalinho espontâneo, completo
Que paixão pura
Simples
Que me faz subir a lembrança de um aperto
Que afasta, que desencontra, que desregula, que alcança
O balanço de um som que encanto e perdura.
De alma desaguo no mar…
Quem te pereceu?
Quem te cativou?
Não vai importar.
Deixaram apenas o eu
Que me acalmou,
Que me está a fascinar!
Que me apareceu
E reformou
A máxima de apaixonar…
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Não é alma é sentimento que escrevo e alento
quarta-feira, 28 de julho de 2010
um Tempo e um Espaço
“Pensar é excelente, pensar demasiado é péssimo.”
Penso e adverso-me.
Sentir é distinto, sentir demasiado é fascinante.
Sinto e fascino-me…
Tal como fazer viagens interestelares,
Porque cada bailar no céu tem uma definição, um conceito, um estudo,
Uma paixão sem preceito e mais um pouco de tudo.
Tal como fazer navegações em mar alto sem mapa,
Porque cada onda de vinte e três metros traz um alvoroço, um desassossego, um receio,
Um explodir moço genuíno com um gigantesco anseio.
Tal como fazer paragens de percurso,
Porque cada lugar tem as interpretações que lhe soubermos dar.
Tudo isto reflecte um tempo e um espaço,
Um querer e um querer mais…
Quero-te.
Penso e adverso-me.
Sentir é distinto, sentir demasiado é fascinante.
Sinto e fascino-me…
Tal como fazer viagens interestelares,
Porque cada bailar no céu tem uma definição, um conceito, um estudo,
Uma paixão sem preceito e mais um pouco de tudo.
Tal como fazer navegações em mar alto sem mapa,
Porque cada onda de vinte e três metros traz um alvoroço, um desassossego, um receio,
Um explodir moço genuíno com um gigantesco anseio.
Tal como fazer paragens de percurso,
Porque cada lugar tem as interpretações que lhe soubermos dar.
Tudo isto reflecte um tempo e um espaço,
Um querer e um querer mais…
Quero-te.
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